Pintura: campo de observação

curadoria de João Pinharanda

exposição colectiva

Outono Projects NY

Exposição colectiva

Oscillaton Isolation
com Amelian Kashiro Hamilton, Emmanuel Louisnord Desir, Francisca Carvalho, Luísa Jacinto, Martin Alexander Spratlen Etem, Susana Amaral e Taiwo Adebayo.

Inauguração 4 de junho, 2021
2 - 8 pm
71 W 128th St
Unit C
New York

info: outonoprojects@gmail.com

Bruaá, 2021

obra encomendada pela Câmara Municipal de Torres Vedras

A convite do atelier Ainda Arquitectura, Luísa Jacinto elaborou a instalação Bruaá, um ambiente/atmosfera para envolver o núcleo central da exposição permanente do CAC, Centro e Arte e Criatividade, alusivo ao Carnaval de Torres Vedras. A investigação para esta obra baseou-se numa série de workshops com as comunidades e associações locais de Torres Vedras, de forma a conhecer por dentro o ambiente desta efeméride. 
A instalação é composta por duas peças de 4,5 x 18,6 metros, que envolvem a exposição concebida por José Portugal, Quaternaire, e desenhada por Luís Tavares Pereira do atelier Ainda Arquitectura.

Resenha crítica de Joana Duarte sobre exposição O que não temos podemos criar, Umbigo Magazine online

https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/10/19/o-que-nao-temos-podemos-criar-na-pada-studios-barreiro/


[…] Luísa Jacinto (1984, Lisboa) apresenta-nos pinturas sobre véus disposta no espaço de uma sala de treino de tiro. A delicadeza e leveza da instalação Campo de Batalha contrasta com o espaço em e com a violência da atividade que é aí praticada. O seu posicionamento, transparência e movimento gerado pela passagem dos espectadores sugerem um percurso que suscita incerteza e desorientação. A totalidade das peças origina uma única pintura “atravessável”.[…]

O Que Não Temos Podemos Criar

exposição colectiva PADA Studios

PADA apresenta a exposição colectiva O Que Não Temos Podemos Criar, que reúne dez artistas nacionais e internacionais.Trabalhando na antiga fábrica de tintas TINCO na Baía do Tejo, O Que Não Temos Podemos Criar apresenta várias abordagens interdisciplinares que respondem à história do local, às realidades contemporâneas e imagina o que futuro reserva.A exposição conta com o apoio da República Portuguesa - Ministério da Cultura e Baía do Tejo. 
Website exposição

Eventos:
Inauguração 26 Sep 2020 - 16h00 – 20h00 Performance de IN LIMEN 26 Sep – 18h00 (chegada 15 minutos antes)Lançamento da Publicação 31 Oct 2020Finissage & 
Visita Guiada 31 Oct – 15h00 – 17h00a exposição está disponível para visita todos os sábados de 26 de setembro a 30 de outubro de 2020. Outros horários mediante marcação.

RSVP necessario via Eventbrite (link aqui)

Morada:Fábrica Tinco, Baía do Tejo, Barreiro (google maps link)

Outros Eventos no Parque da Baía do Tejo a acontecer no dia 26 Setembro: 
Joana Conceição & Tropa Macaca 15h00 – 20h00 | Galeria PADA | ORG: OUT.RA
“Quantos A4 cabem no À-Quatro” 15h00 – 20h00 | Edifício A4 | ORG: Estação Sul & Sueste + Colectivo Tarimba
Estudios abertos do Colectivo SPA 17h00 – 20h00 | Rua 42 B, n4 Baia do Tejo



PRESS RELEASE .PDF

Arco Lisboa online

secção Open - solo stand com galería silvestre
obra escolhida entre as 10 melhores da feira na revista AD España

Turps Banana #22

conversation with Tim Ralston

Turps Banana painting magazine issue 22

article in conversation with Tim Ralston

order at their website 

https://www.turpsbanana.com/issue-22
https://www.newsstand.co.uk/

the day passed as something we carry in our pocket

exposição individual na galería silvestre, Madrid

adiada até nova data

She Ate the Crumbs: The Other Nature of Women

Curadoria de S_Z, HB. Nezu, Tóquio, Japão

Dates: March 1st – March 21st, 2020. 12:00 – 17:00.
Closed Mondays and Tuesdays (on appointment)
Venue: HB. Nezu (Tokyo, Taito-ku, lkenohata 2-6-12, 201)
Admission: Free

In the famed children’s tale Hansel and Gretel, it is the boy Hansel who comes up with the idea of leaving breadcrumbs leading from their home to the forest so as to find their way back. The birds devour the crumbs, the children are lost and find the home of a hungry witch. 
This exhibition looks to the witch, to unchartered paths, and to theoretical, and political similarities and points of friction between Donna Haraway and Starhawk. The works here by women artists from Asia, Europe, North and South America distance themselves from Haraway’s assertion that she would rather be a cyborg than a goddess, revealing how it foreclosed possibilities in feminism which have taken decades to reconstruct. These other paths are rendered using media and video, photography, watercolors on paper, drawings, mosaics.

Curated by S_Z
Artists: 
Cendrillon Belanger (France/Canada) 
Cathy Burghi (Uruguay)
Laura Garcia-Karras (France) 
Luísa Jacinto (Portugal) 
Genevieve Morgan (France) 
Shelly Silver (the U.S.)
Eiko Soga (Japan) 
Yuan Gun Gun (China)

March 1st

Resenha crítica de Miguel Mesquita à exposição Véu-Pedra, in Contemporânea

Uma das características que sempre me seduziu no trabalho de Luísa Jacinto é a sua capacidade de desenvolver uma dimensão temporal nas imagens das pinturas que produz. Não que as imagens em si contenham, necessariamente, elementos que pressupõem uma passagem do tempo ou uma continuidade temporal (ainda que por vezes induzam a uma cristalização ou suspensão do tempo), mas porque se situam algures no decorrer de uma acção; são imagens que sugerem um passado ao mesmo tempo que nos conservam num estado de antecipação. Em 2018, contudo, quando apresenta a exposição Podemos sempre fugir de carro, comissariada por Sérgio Fazenda Rodrigues na Fundação Portuguesa das Comunicações, Jacinto inicia um corpo de trabalho que acrescenta a esta dimensão temporal uma qualidade espacial.

Tal como a temporalidade que as imagens revelam não se refere a uma questão de figuração, também a espacialidade não se restringe à representação de espaço, à criação de planos que sugerem um percurso, que enquadram um panorama ou que marcam massas e vazios. O que realmente se destaca nestas pinturas é a eminência de se participar nesses espaços; uma intenção do corpo, sugerida pela visão, expressa numa vertigem motivada pelos negros, pelos contrastes e texturas ou numa vontade de transposição insinuada nas transparências e escalas dos planos.

A exposição que Jacinto apresenta no espaço da ARTWORKS, em Lisboa, é, contudo, o somatório de um conjunto de experiências espaciais que extravasam da imagem pictórica para a própria composição no espaço. As pinturas assomam suspensas, projectando-se umas sobre as outras, desdobrando-se as suas camadas através da justaposição; portais que se estendem e se complementam de uma para a outra, organizando uma espécie de cenário que é fortemente apoiado numa visão quase atmosférica. Fundamental para a validação desta condição é a presença de uma pintura em tecido, criada com várias camadas de sprays mas inteiramente translúcida, que ocupa quase a totalidade da largura da sala mas que absorve os elementos que caracterizam a arquitectura, como janelas e portas, assemelhando-se a uma névoa colorida, mas que na realidade constitui um véu através do qual se filtra o olhar, condicionando formas e cores à sua presença, submetendo tudo à sua leveza. Véu-Pedra é o título da exposição.

A ressurgência de imagens de tecidos da estatuária clássica ou até, numa referência mais directa, os bustos velados de Giovanni Batista Lombardi, Rafaello Monti ou Giovanni Strazza, não pode ser menos do que espectável quando somos confrontados com a combinação de palavras que origina o título. Utilizados como método de provação de perícia técnica, o trabalho de tecidos esvoaçantes e finos na estatuária era um desafio à sensibilidade do artista, mas também uma forma de criar momentos de imersão através de uma suposta transparência que aproximava o objecto à realidade iludindo o observador a reconhecer-se na mesma condição da obra.

As pinturas apresentadas nesta exposição, além de também revelarem uma notória manifestação de habilidade, partilham dessa capacidade de estabelecer uma condição comum entre o espaço presente nas imagens e o espaço que envolve o observador.

Mas, acima de tudo, são obras que partem de um domínio da matéria de forma a estabelecer uma autoridade da imagem sobre as forças dos materiais. É que as obras que Luísa Jacinto apresenta em Véu-Pedra resultam do trabalho desenvolvido durante as residências artísticas No Entulho, promovidas pela ARTWORKS, — um exemplo raro em Portugal da ligação entre a indústria e a produção artística, e do papel do sector privado no mecenato cultural — e AiR 351, em Cascais, onde dá continuidade à investigação dos processos e aperfeiçoa as técnicas que aplica neste conjunto de obras. Estas pinturas, cuja fragilidade e leveza é reforçada pela sua levitação no espaço, são realizadas em chapas de alumínio, inicialmente amolgadas e pintadas com spray, seguidamente desamolgadas à mão e com maquinaria, quinadas para ganharem corpo e, por fim, mais tarde trabalhadas no ateliê com óleos, pigmentos e vernizes.

Assim, apesar de tudo, o suporte condiciona a pintura, ou antes, contribui para o aparecimento da imagem; no mínimo, é convivente. As chapas conservam moças, riscos, depósitos de óleo e vincos e a pintura responde às irregularidades e aceita as marcas do que lhe foi infligido. O mesmo processo acontece na pintura em tecido. Amarrotado, pintado e restituído à sua forma para depois receber nova acção, a pintura responde ao seu suporte e aparece quebrada, lembrando um feixe de luz que, passado por um cristal, se fragmenta em múltiplos espectros de cores. Por outro lado, este efeito é conseguido através de uma substituição da ideia de superfície pelo de objecto no tratamento destas pinturas que, entendidas na sua totalidade, são sempre trabalhadas no plano frontal e tardoz. No tecido, cada lado resulta numa bivalência de tonalidades cromáticas, em que num dos lados existe uma predominância de azuis, e por isso uma temperatura mais fria, e no outro um domínio de tons quentes como vermelhos e laranjas. No entanto, os dois lados participam na construção da imagem revertendo-se apenas a hierarquia dos pigmentos na transição entre os lados do tecido. Por sua vez, este frente e verso, encontra nas pinturas sobre as chapas de alumínio uma relação dualística, já que o verso da pintura não tem intervenções além das camadas de spray que foram deixadas antes das chapas terem sido endireitadas e passadas pela calandra. Essa disparidade entre plano frontal e tardoz, determina uma alteração do entendimento do processo de manipulação das chapas que, associado à utilização de pigmentos iridescentes, evoca um espírito quase alquímico que unifica esta perspectiva e une as chapas metálicas à imagem translúcida do tecido, constituindo uma única paisagem.

Assim, estamos nas presença de duas vistas; uma de portais consecutivos entre os quais caminhamos como que entre um labirinto de paisagens, outra de um espaço etéreo que nos envolve. No final, um gesto em uma das obras repõe o pragmatismo neste estado inebriante. Um rectângulo imaculadamente branco aparece no centro de uma das pinturas. Retoma o desígnio de pintar, do lugar da pintura, do plano de inscrição da imagem. Relembra-nos que apesar de tudo cada uma destas obras é uma pintura mas que, no entanto, todas elas se apresentam para o observador como uma única.


link aqui

crítica à exposição Véu-Pedra

Celso Martins, in Revista Expresso, 11 de janeiro 2020

Ilusões e superfícies

crítica à exposição Véu-Pedra por José Marmeleira, in Ípsilon, Público, 03 de Janeiro de 2020

Studio visit by Lauren Moya Ford

Painting on metallic surfaces

https://bombmagazine.org/articles/studio-visit-lu%c3%adsa-jacinto/

Véu-Pedra

No Entulho / Artworks + AiR351


Inauguração 21 Novembro, 21:30 - 00:00
ARTWORKS LISBOA
Rua Centro Cultural, 15
1700-064 Lisboa

Véu Pedra apresenta a obra de Luísa Jacinto desenvolvida no âmbito da residência artística No Entulho nas instalações da ArtWorks, fruto de uma parceria com a AiR 351. Ao longo de vários meses, a artista operou entre escalas e recursos díspares, oscilando entre o seu trabalho de pintura sobre tela, madeira, colagens sobre papel e a preparação de chapas metálicas de grandes dimensões, manipuladas por técnicas e equipamentos fabris nunca antes por si utilizados.

O diálogo entre estes processos integra a percepção sobre a materialidade dos planos, evocativos de uma ideia de vertigem a partir da qual experimentamos a realidade como figurativa e abstracta.

A exposição inaugura no dia 21 de Novembro pelas 21h30 no espaço da ArtWorks, em Alvalade, e poderá ser visitada por marcação até dia 16 de Janeiro de 2020.

Visitas (por marcação)
21 novembro - 16 janeiro
10h00 / 19h00
contacto: +351 914422738 / dm@artworks.pt 

https://www.air351.art/---

Luísa Jacinto nasceu em 1984. Vive e trabalha em Lisboa. Participou no Programa de Estudos Independentes em Artes Visuais da Maumaus em Lisboa, e terminou o MA em Fine Art na Byam Shaw School of Art - Central Saint Martins, Londres. Fez a Licenciatura em Artes Plásticas - Pintura, na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.
Expõe regularmente desde 2007. Das exposições individuais, destacam-se Podemos sempre fugir de carro, Fundação Portuguesa das Comunicações, Lisboa, 2017-2018, com curadoria de Sérgio Fazenda Rodrigues, An instante of this, galería silvestre, Madrid, 2016, Basta um só dia, comissariada por João Miguel Fernandes Jorge com edição de monografia, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, 2012. Das suas exposições colectivas, destacam-se PADA na ASC Gallery, Londres, 2019, WAIT, curadoria de Orlando Franco, Museu Coleção Berardo, Lisboa, 2019; Saudade - Unmemorable Place in Time, comissariada por Yuko Hasegawa, Fosun Foundation, Xangai, e Museu Coleção Berardo, Lisboa, 2018, Pontos Colaterais, Coleção de Arte Arquipélago, uma seleção, comisssariada por João Silvério, Arquipélago, S. Miguel, 2015, Processo e Transfiguração, comissariada por João Miguel Fernandes Jorge e Emília Ferreira, Casa da Cerca, 2010, e 17 ingredients – Measures of Autonomy, curadoria de Shama Khanna e Blanche Craig, Studio One, Londres, 2009.
A obra de Luísa Jacinto está representada em várias colecções, tais como Colecção da Fundação Calouste Gulbenkian, Colecção Teixeira de Freitas – Madeira Corporate Services, Colecção Arquipélago – Governo dos Açores, Colecção Figueiredo Ribeiro, Museu Carlos Machado – Ponta Delgada, Fundação Portuguesa das Comunicações, Lisboa, entre outras.

A Play of Boundaries

exposição colectiva, Carlos Carvalho Arte Contemporânea

14/09 - 09/11 2019

Inauguração 14/09 17h-20h


Clara Sánchez Sala, Elena Alonso, Francisca Carvalho, Francisco Venâncio, José Diaz, Luísa Jacinto, Maria Condado,Mariana Gomes, Miguel Marina e Miren Doiz.

Curadoria: Jaime González Cela e Manuela Pedrón Nicolau + Maria do Mar Fazenda
 

Play of Boundaries é o título em torno da qual se organiza a exposição que reúne trabalhos recentes de dez artistas portugueses e espanhóis. Esta selecção apresenta um conjunto de práticas artísticas relevantes, ao mesmo tempo que procura identificar neste gesto um traço geracional – todos os artistas participantes têm menos de 40 anos de idade. Ainda que adoptando diversos suportes, a pintura pode ser entendida como o leitmotiv das obras reunidas nesta mostra. Todas as peças jogam com diferentes limites, fronteiras, tradições, disciplinas, culturas. E este jogo dá-se a dois tempos: o individual, do contexto de cada prática e o do conjunto e avizinhamento temporário do diálogo produzido entre as obras na exposição.

Carlos Carvalho Arte Contemporânea
www.carloscarvalho-ac.com
Contacto (+351) 217 261 831

2ª a 6ª das 10h00 às 19h30 / sábado das 12h00 às 19h30
Monday to Friday from 10 am to 7:30 pm / saturday from noon to 7:30 pm
 
Rua Joly Braga Santos, Lote F – R/c
1600-123 Lisboa Portugal

A Wake

Outono Projects, Lisboa

Francisca Carvalho 
Luísa Jacinto
Kandis Williams 

Opening reception June 15 18:00 - 21:00

June 15 - July 31

OUTONO PROJECTS
Rua da Bombarda 42 
Graça, Lisboa, Portugal 

By appointment
Contact: outonoprojects@gmail.com 



Reborn rebirth 
Born into something that can’t be extinguish 
Open understood 
Which should be the latter but not before
Residual remorse 
Completed without a second to last thought 
Return repeat 
Without mass appeal without a spoken word 
Repetitive ripple 
Diminishing the past with each wave length 
Remembrance returning 
The path leads but the trail remains


Outono Projects seeks to provide artists with a physical and psychological retreat, located just forty minutes from Lisbon, but a world away. Embedded in the town of Mafra / Encarnação, participants will have the freedom to pursue any project of their choosing.

Underlying Outono Projects is the desire to bridge the gap between Los Angeles and Lisbon, both western coastal cities that share a similar climate and topography but yet are both often marginalised as significant art centres in favor of cities to the East perceived as more global. Both homes to a rich outdoor culture, Los Angeles and Lisbon embody the confluence of the relaxed lifestyle that nevertheless continues to interrogate itself. Each situated in close proximity to other cultures and traditions, with Mexico and Northern Africa respectively, both Los Angeles and Lisbon have become melting pots for an array of cultural heritages.

Outono Projects also includes a Project Space located in the heart of Lisbon - Graça neighbourhood, that gives artists the opportunity to present their work and research, linking the residency aim with the founder\'s collection, Passman-Stevens. 

For this first presentation, Outono showcases the work of three artists, Francisca Carvalho, Kandis Williams and Luísa Jacinto.




PRESS RELEASE .PDF

Pada at ASC Gallery London

This exhibition, co curated by PADA studios and ASC Gallery, presents work from British and Portuguese artists, all who have spent time working and exploring within the industrial ruins of Companhia União Fabril (CUF) in Barreiro, on Lisbon’s south bay.??Inspired by this alien environment, with crumbling brutalist architecture, ruins of industry, fields of pyrite ash, and vivid mineral deposits, the show focuses on a common materiality and evident fabrication processes within the artwork. This visible labour and window into the artists production unites the work and echoes the ethos of PADA, an exploration of technique and process. The exhibition reflects on an international community that has come together in Lisbon over the last six months, and stresses the importance of european and international exchange.

Exhibiting artists:
Mark Jackson
Rebecca Guez
Diogo da Cruz
Luísa Jacinto
Tim Ralston

ASC Gallery
The Chaplin Centre?Taplow House, Thurlow Street
London SE17 2DG
+44 (0)20 7274 7474
gallery@ascstudios.co.uk
Open Monday to Friday 
10:30 – 17:00
Closed on Bank Holidays

Established in 2010, the ASC Gallery recently relocated to a South London housing estate and now occupies space within a Brutalist tower block. The gallery aims to engage with new audiences and promote contemporary art to a wider public.

Cave dos Sonhos Esquecidos, Vestíbulo

Mota Galiza, A_artes, Porto

exposição com Lauren Moya Ford 

curadoria de José Almeida Pereira

inauguração 16 de Fevereiro, 16h
até 9 de março

Mota Galiza, A_artes
Rua Julio Dinis s/n (Pavilhão s/ número)

4050-175 Porto

WAIT, exposição colectiva no Museu Coleção Berardo

curadoria de Orlando Franco

WAIT é uma exposição colectiva com a curadoria de Orlando Franco com obras de 
André Banha, Andres Serrano, António Júlio Duarte, António Olaio, Carla Cabanas, Dalila Gonçalves, Eugenio Ampudia, Gonçalo Barreiros, João Ferro Martins, João Pombeiro, Luísa Jacinto, Orlando Franco, Paulo Mendes, Pedro Cabral Santo, Rodrigo Tavarela Peixoto, Samuel Beckett, Sara & André, Susana Anágua e Tiago Baptista


até 14 de Abril, 2019

Museu Coleção Berardo
Praça do Império
1449-003 Lisboa, Portugal

Saudade, China & Portugal - Arte Contemporâna

O Museu Coleção Berardo e a Fosun Foundation convidam para a inauguração da exposição “Saudade, China & Portugal - Arte Contemporânea”, no dia 16 de novembro, sexta-feira, às 19h00. ENTRADA LIVRE. Estão todos convidados!

Uma exposição da Fosun Foundation.

Saudade — Lugar Irrecuperável no Tempo
A exposição \"Saudade\", com curadoria de Yuko Hasegawa e apresentação no Museu Coleção Berardo, é uma coprodução com a Fundação Fosun que reúne 16 artistas da China e de Portugal. O denominador comum das obras é uma reflexão sobre os conceitos de diversidade, festividade e ambiguidade, bem como a íntima relação destes com o sentimento da saudade — título da exposição, que significa o sofrimento causado pela distância ou pela ausência de algo ou alguém.

Ao apresentar em conjunto obras dos acervos culturais dos dois países, esta exposição trará seguramente uma nova dinâmica à relação sino-portuguesa — permitindo compreender quem somos, onde estamos e aonde iremos.

Artistas:
Vasco Araújo
Pedro Valdez Cardoso
José Pedro Croft
Leng Guangmin
Tao Hui
Luísa Jacinto
Liu Jianhua
Rui Moreira
Cheng Ran
André Sousa
Joana Vasconcelos
Guan Xiao
Sun Xun
Shi Yong
Xia Yu
Liang Yuanwei

Vitória sobre o Sol

exposição colectiva - Colégios das Artes, Coimbra, Portugal

open studios @ air351

Saudade: Unmemorable Place in Time China-Portugal Contemporary Art

curated by Yuko Hasegawa

Fosun Foundation
Vasco Araújo, José Pedro Croft, Luísa Jacinto, Liu Jianhua, Rui Moreira, Cheng Ran, André Sousa, Pedro Valdez Cardoso, Joana Vasconcelos, Guan Xiao, Sun Xun e Shi Yong.

Opening July 1, 2018
Fosun Foundation, Shangai, CHINA

2018.07.03 - 2018.08.26

residência na air351, Cascais, Portugal

air351.art

we had the experience but missed the meaning

17 março, Madrid, exposição individual na galería silvestre, curadoria de Sérgio Fazenda Rodrigues


por Celso Martins no Expresso

crítica à exposição Podemos sempre fugir de carro

(podemos sempre fugir de carro)

exposição individual na Fundação Portuguesa das Comunicações, com a Galeria Bessa Pereira

Inauguração 12 de Dezembro 
18h30 às 21h
 
exposição de 13 de Dezembro a 20 de Janeiro
 

Entre a aresta e a nuvem há um limite que se esbate. No limiar entre o compartimento e a paisagem, entre o que é construído e o que é manifestado, há um ténue campo que pode ser nomeado. Um campo de equilíbrio e sedução, entre a vontade de reter (ou enquadrar) e o anseio de partir (ou contemplar).
O trabalho de Luísa Jacinto incide nesse campo, que pode ser da esfera da arte, do cinema, ou da arquitectura mas, antes de mais, da própria vida. As suas obras são, assim, excertos de algo maior, que tateiam o real e questionam a fronteira entre o que se aponta e o que se manifesta.
A sua pintura acontece no limiar da abstração, mesmo que numa velocidade lenta e, por vezes, quente, como no imaginário do Go-West americano, onde o limite está sempre para lá do fim do caminho.

(excerto do texto de Sérgio Fazenda Rodrigues)


Fundação Portuguesa das Comunicações
dias úteis das 10h às 18h
sábados das 14 às 18h

Rua do Instituto Industrial, nº 16
1200-225 Lisboa
Tel: 21 393 5000
Coordenadas GPS 38.707818 | -9.150462

stuck on

raum: residências artísticas online

http://raum.pt/maumaus


Ver imagens online implica (quase sempre) vê-las num ecrã, que rapidamente passa de suporte e tela luminosa a um dado à priori desapercebido e aparentemente neutro.
Encontrar imagens de trabalhos artísticos online é uma experiência completamente distinta de estar com os trabalhos ao vivo. As câmaras fotográficas têm uma sensibilidade aos contrastes muito distinta da nossa percepção óptica. A perspectiva cónica não é exactamente a grelha pela qual vemos o mundo. O nosso corpo está ausente, e quando não está é um empecilho. Todo este contexto online é um mundo onde somos estrangeiros. Somos mais parecidos com um macaco do que com um iPhone – e assim também os trabalhos que produzimos.
O trabalho de Luísa Jacinto tem como base de investigação a pintura, num processo experimental do qual resultam pinturas, desenhos, instalações, vídeos. Foi em resposta à ideia de residência online – um convite à produção de um trabalho que seja online e ao vivo, uma obra para o ecrã, que surge STUCK ON, em suporte videográfico abordando, por um lado, múltiplas falências do ecrã enquanto ferramenta e superfície física de distribuição, e, por outro, aquilo que o suporte físico da pintura teima em pedir – mais tempo.

ARQUIPÉLAGO centro de artes contemporâneas

exposição colectiva colecção ARQUIPÉLAGO centro de artes contemporâneas



Gil Heitor Cortesão
Inês Botelho
João Pedro Vale
João Queiroz
Luísa Jacinto
Maria José Cavaco
Pedro Valdez Cardoso
Rui Calçada Bastos
Sandra Rocha

Curadoria de Sérgio Fazenda Rodrigues

quARTel, Abrantes, Portugal

Lançamento da publicação 5/5

5/5: 5 Artists, 5 Project Rooms

project room - Hall da Faculdade de Ciências Humanas Universidade Católica de Lisboa

imagem © Atena Abrahimia

Luísa Jacinto
NO ONE KNOWS, 2017

inauguração 3 de março, 17:30

até 18 de março
das 9 às 21h

Entrevista por Ana Cachola:





PRESS RELEASE .PDF

Residência na Kunst-Station Sankt Peter, Colónia

a convite de Yvonne Dohna

mais informações brevemente

Casa

inauguração 5 de Abril, 19h

6 de Abril a 1 de Maio de 2016

Casa é uma instalação de Luísa Jacinto concebida especificamente para as características espaciais, históricas e cenográficas da Casa-Museu Medeiros e Almeida.

A cada exposição do ciclo expositivo Estufa, é lançada uma brochura de artista.
Luísa Jacinto apresenta Nuvens, uma edição composta por reproduções de nuvens de pinturas da colecção da Fundação Medeiros e Almeida, patentes na Casa-Museu. 

Próximas exposições do ciclo:
Isabel Simões de 3 de Maio a 5 de Junho
Diogo Bolota de 7 de Junho a 3 de Julho
Vitor Reis de 20 de Setembro a 16 Outubro
Paulo Lisboa de 18 de Outubro a 13 de Novembro

mais info:

http://www.casa-museumedeirosealmeida.pt/
Casa-Museu Medeiros e Almeida
Rua Rosa Araújo, n.º 41 
1250-194 LISBOA  
213 547 892 

texto de Lauren Moya Ford

http://www.vigoexpo.com/blog/luisa-jacinto

An instant of this

exposição individual na galería silvestre, Madrid

inauguração a 12 de Março
até 4 de Maio

texto de João Silvério

galería silvestre
Calle Doctor Fourquet 39
28012 Madrid
t: (+34) 600 696 894
t: (+34) 915 991 918

www.galeriasilvestre.com


The smell of the shadow

exposição individual na galería silvestre, Tarragona

de 28 de Novembro a 3 de Fevereiro 2016


Galería silvestre
Calle Real, 60 - 62 43004 TARRAGONA

Os dias lentos

exposição individual no Museu Nogueira da Silva, Braga

Inauguração 6 novembro, 18h

Exposição patente de 6 a 28 novembro 2015 


10h às 12h – das 14h às 18h45m
Encerra aos sábados de manhã, domingos, segundas e feriados

Galeria da Universidade
Museu Nogueira da Silva
Av. Central, 61
4710-228 Braga

Work in Space

Inauguração 19 de Setembro, das 17h às 21h.

Novo programa de exposições no Carpe Diem - Arte e Pesquisa.
Bruno Vilela, Daniela Krtsch, David Oliveira, Luísa Jacinto, Paula Scamparini, Pedro Palma, Pedro Pires & João Dias

Exposição patente até 18 de Dezembro

http://www.carpe.pt/

Pontos Colaterais - Coleção Arte Contemporânea Arquipélago, uma seleção

curadoria de João Silvério - FLAD

até Agosto 2015

com ANA VIEIRA, ANDRÉ LARANJINHA, BRUNO PACHECO, CATARINA BOTELHO, CATARINA BRANCO, CHRISTIAN HOLSTAD, DANIEL OLIVEIRA, EDUARDO SARABIA, FILIPA CÉSAR, GABRIELA ALBERGARIA, GIL HEITOR CORTESÃO, JOÃO ONOFRE, JOÃO PEDRO VALE, JOÃO QUEIROZ, JOSÉ LOUREIRO, JOSÉ MAÇÃS DE CARVALHO, JOSÉ NUNO DA CÂMARA PEREIRA, LAWRENCE LEMAOANA, LUÍSA JACINTO, MARIA ANA SIMÕES, MARIA JOSÉ CAVACO, NICOLAS ROBBIO, NUNO SOUSA VIEIRA, PEDRO BARATEIRO, PEDRO VALDEZ CARDOSO, RICARDO VALENTIM, ROBIN RHODE, RUI CALÇADA BASTOS, RUI CHAFES, RUI MOREIRA, SAIDOU DICKO, SANDRA ROCHA, SOFIA DE MEDEIROS, URBANO RESENDES, VIEIRA PEREIRA, FILIPE FRANCO.

Ciclo de acções estéticas quase instantâneas/parte 2 > Luísa Jacinto

curadoria Fátima Lambert

Museu Nacional Soares dos Reis, Porto
de 30 de Abril a 3 de Julho

Roda que roda, à volta do quarto

exposição individual comissariada por Fátima Lambert, Porto

inauguração a 30 de Abril, 21h30, Porto


Quase Galeria, Espaço t
Rua do Vilar, 54
Porto

Lançamento do livro de poesia Manual de Instruções para Desaparecer, de José Anjos

28 de Abril, 22h

Teatro a Barraca
capa a partir da pintura Fall, 2014

mOstra de arte – 1.ª edição

EXPOSIÇÃO COLECTIVA | CENTRAL STATION, LISBOA ~ PORTUGAL

INAUGURAÇÃO 9 JULHO ÀS 18H, ATÉ 17 DE JULHO

http://www.mostradearte.com/



PRESS RELEASE .PDF

Mais Simples Que Morder Uma Maçã. Uma Maçã Vermelha

EXPOSIÇÃO COLECTIVA NA GALERIA ALECRIM50, LISBOA, PORTUGAL

Alexandre Husum, André Almeida e Sousa, Bela Silva, Bruno Castro Santos, Diogo Guerra Pinto, Domingos Rego, Inês Favila, Luísa Jacinto,Luis Silveirinha, Manuel Caldeira

DE 2 DE JULHO A 20 DE SETEMBRO 2014

http://www.alecrim50.pt/content/2/255/simpler-than-biting-apple-red-apple/

Projecto Correspondência 4.ª edição

EXPOSIÇÃO COLECTIVA | ESPAI MALLORCA, BARCELONA, ESPANHA

Mafalda Santos, Isaque Pinheiro, Cristina Ataíde, Ana Mary Bilbao, Amélie Bouvier, Manuel Caeiro, Tiago Baptista, Luísa Jacinto, Márcio Vilela, Henrique de França and Pedro Valdez Cardoso

INAUGURAÇÃO 12 DE JUNHO, ATÉ 16 DE AGOSTO 2014

http://www.espaimallorca.net/

LARGO TEMPO nas Coleções do Museu Carlos Machado

EXPOSIÇÃO COLECTIVA COMISSARIADA POR JOÃO MIGUEL FERNANDES JORGE, PONTA DELGADA, AÇORES, PORTUGAL

INAUGURAÇÃO DIA 18 DE MAIO, 18H30, ATÉ 14 DE SETEMBRO

http://museucarlosmachado.azores.gov.pt/

Mostra de Cerveira

EXPOSIÇÃO COLECTIVA, CARPE DIEM ARTE E PESQUISA, LISBOA, PORTUGAL

INAUGURAÇÃO 4 DE JANEIRO ÀS 15H – ATÉ 1

Alexandre Carvalho (PT) \\ Andrea (ES) \\ Ana Odoj (PL) \\ Carla Cabanas (PT) \\ Carlos Maciá (ES) \\ Catagreena e Raquel Pedro (PT) \\ Dalila Gonçalves (PT) \\ Cuco (ES) \\ Domingos Loureiro (PT) \\ Flávia Costa (PT) \\ Hector Prats (ES) \\ Hugo Rodrigues Cunha (PT) \\ Inês Teles (PT) \\ Laura Gorski (BR) \\ Luísa Jacinto (PT) \\ Margarida Alves (PT) \\ Marta Fortes (PT) \\ Misha Bies Golas (ES) \\ Nicole Tsangaris (PT) \\ Oyuki (JP) \\ Paula Scamparini (BR) \\ Pedro Boese (DE) \\ Radovan Jandric (RS) \\ Renato Bezerra de Mello (BR) \\ Ricardo Carvalho (PT) \\ Sara & André (PT) \\ Tânia Geiroto (PT) \\ Verónica Vicente (ES) \\ Tiago Alexandre (PT)

http://www.bienaldecerveira.pt/
http://www.carpediemartepesquisa.com/

Ateliers abertos no Carpe Diem - Arte e Pesquisa

ONDE LUÍSA JACINTO ESTARÁ EM RESIDÊNCIA ATÉ SETEMBRO DE 2015

18 E 19 DE OUTUBRO 2013, DAS 15 ÀS 20H

organizado por Castelo D'If

http://www.castelodif.com/
http://www.carpediemartepesquisa.com/

XVII Bienal de Cerveira

EXPOSIÇÃO COLECTIVA, VILA NOVA DE CERVEIRA, PORTUGAL

DE 27 DE JULHO A 14 DE SETEMBRO

Foi publicado um catálogo

http://www.bienaldecerveira.pt/

Finissage do Ateliê Aberto #7

13 DE JULHO, DAS 17H À MEIA NOITE

Ateliers abertos até 18 de Julho

Residência artística na CASA TOMADA, São Paulo, Brasil

22 DE ABRIL A 21 DE JULHO 2013

http://casatomada.com.br/site/?page_id=9134

ESTA NOITE ENTRA PELA ÁGUA

EXPOSIÇÃO COLECTIVA, IGREJA S. SALVADOR, COIMBRA

Bruno Cidra, João Francisco, Luísa Jacinto, Nuno Sousa Vieira, João Tabarra

INAGURAÇÃO 6 DE ABRIL, 17H | ATÉ 25 DE ABRIL

O LUGAR MAIS PERTO/THE NEAREST PLACE

EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL, GALERIA ALECRIM50, LISBOA, PORTUGAL

INAUGURAÇÃO 29 NOVEMBRO, 19H
NOV 30 – JAN 26

http://www.alecrim50.pt/content/1/212/luisa-jacinto-lugar-mais-perto/

Last Session of Summer Night Series at Union Square Park by ARTE INSTITUTE

UNION SQUARE PARK NORTH PAVILION | New York | USA

21 DE SETEMBRO, 20H
com Luísa Jacinto, Andrea Bianconi e Mark Bolotin

Basta um só dia

EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL COMISSARIADA POR JOÃO MIGUEL FERNANDES JORGE NO MUSEU CARLOS MACHADO, PONTA DELGADA, PORTUGAL

INAUGURAÇÃO 8 DE JUNHO 2012
Foi publicado um catálogo bilingue – português/inglês

Birds never die in mid-flight. I think.

EXPOSIÇÃO COLECTIVA NA GALERIA ALECRIM 50, LISBOA, PORTUGAL

INAUGURAÇÃO 5 DE JULHO, ATÉ 22 DE SETEMBRO

http://www.alecrim50.pt/content/2/202/birds-never-die-midflight-think/

Um desejo impune

EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL, OUTUBRO 2011, GALERIA ALECRIM 50, LISBOA, PORTUGAL

PIN ANONIMUM at PIN | EXD'11

BIENAL DE DESIGN, EXPOSIÇÃO COLECTIVA, LOUNGING SPACE EXD'11, LISBOA, PORTUGAL

EXD'11 tangencial at Largo da Boa Hora

DE 29 DE SETEMBRO A 27 DE NOVEMBRO 2011

Terça a Quarta - 10.00 às 22.00, Quinta a Sábado e véspera de feriados: 10.00 - 02.00

Jovens Criadores 2010

EXPOSIÇÃO COLECTIVA, VILA FRANCA DE XIRA, PORTUGAL

5 DE MAIO A 5 DE JUNHO 2010
Quinta do Sobralinho – organizado pelo Clube Artes e Ideias

KRIK FESTIVAL

FESTIVAL DE VIDEOART | CROÁCIA

1 DECEMBER 2010

(D)FEFV Experimental film and video festival

DECUMANUS GALLERY | KRK | CROÁCIA

2nd & 3rd OCTOBER 2010

Processo e Transfiguração

EXPOSIÇÃO COLECTIVA COMISSARIADA POR JOÃO MIGUEL FERNANDES JORGE E EMÍLIA FERREIRA, CASA DA CERCA, ALMADA, PORTUGAL

De 19 de Junho a 5 de Setembro 2010

Foi publicado um catálogo

Longa Jornada

EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL, CASTELO BRANCO, PORTUGAL

1 A 23 DE MAIO 2010

Things change quickly

EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL NO ESPAÇO AVENIDA, LISBOA, PORTUGAL

4 A 14 MARÇO 2010

17 INGREDIENTS / MEASURES OF AUTONOMY

EXPOSIÇÃO COLECTIVA COMISSARIADA POR BLANCHE CRAIG E SHAMA KHANNA, STUDIO ONE, LONDRES, RU

1 A 4 DE OUTUBRO 2009

17 Ingredients: Measures of Autonomy is a group exhibition showcasing the work of recent MA graduates from Byam Shaw College, London. The exhibition at Studio One is the first to present works by the artists in a space independent from the college, suggesting new directions for each practice, each one part of a thriving whole.
The show is the result of a productive process that has involved, by necessity, a collaborative approach to working. At the same time the artists have been engaged in refining a sense of autonomy in their work – in advance of its presentation within the wider context of visual culture – thus ensuring an exceptional richness to the mix. Their working processes have culminated in a shared practice of locating and examining the meaning produced by their works – a meaning that always oscillates between transparency and dissolution. Just as intellectual and creative exchange exists amongst the artists, this flux in meaning is experienced across and between the works in the show.

17 Ingredients: Measures of Autonomy highlights the transition of the artists’ practice from within the institution to the outside world. It treads a line between finding shared themes, while also highlighting the problems in doing so with such a seemingly disparate group of artists. The exhibition highlights the almost arbitrary way in which the artists have found themselves thrown together but, conversely, how they are essential elements to the collective outcome.
A fully illustrated catalogue, with essays by Shama Khanna, Dean Kenning and Chris Kul-Want, will be published to accompany the exhibition.

MA Degree Show - BYAM SHAW SCHOOL OF ART

14 A 19 DE SETEMBRO 2009, LONDRES, RU

As coisas estão guardadas

EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL, GALERIA JORGE SHIRLEY – ESPAÇO PRÍNCIPE REAL, LISBOA, PORTUGAL

4 DE DEZEMBRO 2008 A 10 DE JANEIRO 2009

Saudade: Unmemorable Place in Time China-Portugal Contemporary Art

curated by Yuko Hasegawa

Fosun Foundation
Nadim Abbas, Vasco Araújo, José Pedro Croft, Luísa Jacinto, Liu Jianhua, Rui Moreira, Cheng Ran, André Sousa, Pedro Valdez Cardoso, Joana Vasconcelos, Guan Xiao and Sun Xun.

Opening July 1, 2018
Fosun Foundation, Shangai, CN
www.fosunfoundation.com

2018.07.03 - 2018.08.26

 
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